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A pergunta que paira no ar é qual o perfil ideal que as empresas procuram, quem são essas pessoas que podem ajudar a solucionar os imbróglios do dia a dia?

Qual o perfil ideal que as empresas almejam para contratar?

perfil profissionalNo cenário atual da economia brasileira o clima não está nada animador. O início de 2015 ficou marcado com a baixa crescente do PIB que afetou muitas organizações. Desta forma, houveram muitas demissões, causando o aumento do desemprego no país. Em meio a esse fato, as empresas estão à procura de profissionais que ocupem posições estratégicas em que possam ajudar a melhorar os recursos e a produtividade da companhia que o contratou.

Mas a pergunta que paira no ar é qual o perfil ideal que as empresas procuram, quem são essas pessoas que podem ajudar a solucionar os imbróglios do dia a dia. O que tem-se visto é a busca por pessoas aplicadas, qualificadas e diferenciadas com um bom conhecimento técnico. No hodierno presente faltam candidatos para suprir as vagas e com isso sobra-se mais vagas.

Os profissionais da chamada geração Y – jovens nascidos nas décadas de 80 e 90 – estão sentindo o momento em que o país está vivendo. Acostumados em buscar novos desafios e mudar de emprego de forma constante estes que nasceram num tempo onde a economia crescia de forma prospera e abundante, hoje sentem que para manter-se numa instituição eles precisam atualizar não somente o currículo, mas sim as habilidades de forma acelerada, para até mesmo não ficarem para trás perante aos concorrentes.

Com a recente taxa de desemprego no Brasil, de acordo com a última pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas sem emprego subiu de 6,7%  para 8,3%. A última vez em que a taxa de desemprego ficou em 6,7% foi em agosto de 2010. A pesquisa é feita nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Outro ponto a ser lembrado é que tanto os jovens das gerações Y e Z – essa última nascida depois de 1995 -, estão tendo dificuldades em empresas que não conseguem acompanhar o ritmo de trabalho destes que hoje aprendem com maior rapidez as funções dadas por seus superiores num ambiente de trabalho. As companhias alegam que o aumento do déficit está relacionado ao alto custo para manter uma empresa e esses jovens querem novidades a todo instante – algo bom para uma empresa que quer crescer e deseja ouvir novas ideias -, mas com a crise e a falta de receita as firmas não conseguem acompanhar as novidades que surgem quase todos os dias e é pauta para esses que hoje estão dominando o mercado global.

Mas o que pode-se observar é que algumas estão acompanhando a tecnologia e usando as redes sociais para acompanhar o perfil de possíveis candidatos para sondar e contratar. Redes como o Facebook, LinkedIn e outros, são critérios de avaliação para um bom concorrente para uma vaga em aberto. Capriche, mantenha o seu perfil nessas páginas atualizado e “limpo”, um perfil “sujo” é critério de eliminação e exclusão do candidato.

Leonardo Melo

Leonardo Melo

Jornalista, esportista, consumista de livros e de qualquer tipo de informação, sou fissurado no Cruzeiro Esporte Clube (100% arquibancada), fã de games e animes antigos. Amo o Rock e ele não está morto. Fiel e temente a Deus. Sou o assessor de imprensa da agência NAMP, amo a comunicação e escrever para mim é paixão, é arte